Oi Galera, espero que estejam bem! :)

Voltei aqui para falar com vocês, novamente, sobre conhecimento!

Mas de novo Gabi? Eu vim aqui aprender sobre Gestão do Conhecimento!

Calmaaa galera! Eu PROMETO que o texto de hoje será valioso para você e, fará sentido no futuro. Então, segura na minha mão e vamos juntos! 🤝🏻

No último texto falei um pouco sobre dados, informação, conhecimento e sabedoria e, sobre como Gestão do Conhecimento pode nos ajudar a capturar o conhecimento, criando valor no dia a dia.

Mas, pensa comigo, se o conhecimento é inerente ao homem e é construído através de suas vivências, como fazemos para externalizá-la e capturá-la?

Para entender isso, primeiro, é importante você saber que o conhecimento pode ser classificado como:

  • Conhecimento tácito: é aquele que está contido dentro das pessoas. Muitas vezes nós sabemos informações, porém só percebemos que sabemos quando alguém nos pergunta (já aconteceu isso com você?). Ele é adquirido através das experiências pessoais e profissionais.
  • Conhecimento Explícito: é aquele que contém as coisas que podemos expressar, aquele que pode ser escrito ou verbalizado.

Tanto o conhecimento tácito quanto o explícito são unidades estruturais básicas que se complementam e a interação entre eles é a principal dinâmica da criação de conhecimento em uma organização.

Para facilitar a nossa vida, criei esse resuminho aqui:

Legal Gabi, entendi a diferença entre eles, mas.... Nós conseguimos transformar o conhecimento tácito em explicito, e vice versa?

Siiiiiiiiiiiiiiiiim. E essa é a beleza de tudo isso!

Para nos ajudar nesse entendimento, eu trago aqui a Espiral do Conhecimento combinado com o modelo SECI, de Nonaka e Takeuchi.


Segundo nossos queridos Nonaka e Takeuchi, o conhecimento não é cíclico, uma vez que ele se amplia em cada fase, formando uma espiral que representa o acúmulo de informações e construção de uma base de conhecimento.

A Espiral do Conhecimento, trata-se de um conjunto de quatro formas de conversão do conhecimento, sendo elas:

  • Socialização: é aquele momentinho do nosso café, em que conversamos com as pessoas, trocamos ideias, conhecimentos, sentimentos e percepções;
  • Externalização: é aquele momento que estamos falando algo a alguém, explicando, ou mesmo criando anotações, registrando nosso conhecimento.
  • Combinação: sabe quando você lê vários textos, e aprende uma coisa nova? Você "combina" informações de diferentes fontes, para chegar a um conhecimento próprio. Então é isso!
  • Internalização: quando você coloca na prática tudo aquilo que ouviu e leu, assim você internaliza e torna-se parte da sua própria base de conhecimento e domínio.

Perceberam como essas atividades estão presentes em nosso dia a dia? Fazemos tudo isso, organicamente, sem perceber! Incrível, não é mesmo?!

Por isso eu sempre gosto de falar: ao conversar, socializar, ler, aprender, realizar simples atividades, estamos vivendo a Gestão do Conhecimento!

Nos próximos textos quero trazer a vocês metodologias e ferramentas de GC que nos ajudam a transformar o conhecimento tácito em explícito e a criar a, o que eu gosto de chamar de, cultura do compartilhamento

Espero que vocês estejam gostando!